Vale a pena Ver…Obrigatório Visitar.

Porquê Portugal?

 

Existem muitas razões para que Portugal seja um dos destinos turísticos mais populares da Europa. Além dos preços acessíveis, há muitos outros motivos que atraem as pessoas para este país.

Há algo especial para cada visitante: férias tranquilas na praia, locais históricos,  cultura diversificada além da excelente gastronomia.

Durante todo o ano as atividades culturais preenchem o calendário, e desde a música ao desporto e outros eventos, não faltam opções. Como a hospitalidade é uma das imagens de marca para o nosso país, trazemos-lhe hoje 12 fatos interessantes sobre Portugal que nem todos conhecem, e que pode utilizar para quebrar o gelo com os muitos turistas que visitam o nosso país. Conhece algum?

Tendo as mesmas fronteiras desde 1139, Portugal é a nação mais antiga da Europa.

Portugal e Inglaterra têm a aliança diplomática mais antiga do mundo. A Aliança Luso-Britânica foi assinada em 1373 e está em vigor até hoje! Ambos os países entraram em guerras para defender o outro, incluindo o Reino Unido entrar na Guerra Peninsular e Portugal entrar na Primeira Guerra Mundial. A isso se chama olhar um pelo outro!

O sobreiro é uma das poucas árvores nativas que ainda existem em Portugal. Por causa da vasta utilização da sua casca macia e esponjosa o país tornou-se o maior produtor de objetos de cortiça do mundo. Mais da metade da cortiça do mundo é produzida em Portugal.

Quando Pedro I foi coroado rei de Portugal em 1357, ele proclamou a sua amante, Inês de Castro, Rainha apesar dela ter morrido em 1355.

Lisboa é mais antiga do que Roma: cerca de quatro séculos mais velha para ser preciso. É, de facto, a segunda capital europeia mais antiga, depois de Atenas.

O primeiro código pirata foi inventado no século XVII pelo corsário luso Bartolomeu Português.

Até 1986 quando Portugal e Espanha aderiram à Comunidade Econômica Europeia, a passagem de fronteira entre os dois países era desencorajada. Os Ônibus paravam pouco antes da fronteira e não haviam muitas ligações com o outro lado. Até 1991, quando a Ponte Internacional do Guadiana foi inaugurada, a única maneira de viajar do sul de Portugal para a Espanha era de barco.

Portugal foi o primeiro país da Europa a abolir a escravatura.

Entre 1910-1926 Portugal teve 44 governos, 20 golpes militares, e 12 presidentes diferentes.

A cultura portuguesa deixou as suas marcas na cozinha e costumes de outros países. Por exemplo, a cerimónia do chá mundialmente famoso da Inglaterra surgiu graças à portuguesa Catarina de Bragança, que se casou com o rei Carlos II da Inglaterra e levou este hábito para a corte. A receita de Tempurá foi introduzida no Japão por missionários jesuítas portugueses particularmente ativos na cidade de Nagasaki.

O cão de água português é considerado uma uma raça de cão hipoalergénico, ou seja, é recomendado para pessoas que têm alergia a animais ou problemas respiratórios. E por esta razão, em 2008, a raça fez muitas manchetes quando o presidente dos EUA, Barack Obama e sua família receberam um como um animal de estimação. A raça foi escolhida por causa das alergias de uma das filhas do presidente.

O português é hoje a sexta língua mais falada no mundo com mais de 240 milhões de falantes. É a língua oficial em 9 países.

Curiosidades…

GEOGRAFIA

Proximidade das capitais europeias.  País de fronteira entre três continentes: Europa, África e América.

CLIMA

O clima em Portugal é mediterrânico. É um dos países europeus mais amenos, pois as temperaturas médias anuais rondam os 22 °C .

SEGURANÇA

Portugal está no top dez do Índice de Paz de 2016 do Instituto para Economia e Paz, encontrando-se logo na 5ª posição.

EDUCAÇÃO

Ensino de excelência da creche à faculdade. Universidades Portuguesas entre as melhores do mundo .

GASTRONOMIA

Portugal possui o peixe mais fresco do mundo.  É o país da Europa que mais consome esse alimento.

VITICULTURA

Portugal um dos menores países do mundo, porém é o país com mais castas autóctones (nativas) .

CULTURA

Assenta num passado que remonta à época pré-histórica e foi fortemente influenciada por uma diversidade de povos e costumes.

TECNOLOGIA

Um povo adaptado e 4ª na Europa no acesso à rede de fibra óptica, à frente de países como a Alemanha, Reino Unido, Espanha e França.

Um pouco sobre as Regiões de Portugal…

Porto e Norte

Foi na região Porto e Norte que os portugueses começaram enquanto povo e nação. Aqui aprendemos o valor da diferença, mas também a complementaridade das culturas

 

Porto, cidade Património Mundial, é a grande porta de entrada e pode ser ponto de partida para uma viagem pela diversidade natural e cultural da região. É conhecido pelo vinho que daqui parte para todo o mundo, mas também pela Escola de Arquitetura, de onde saíram os nomes de Álvaro Siza Vieira e Souto de Moura, ambos Prémios Pritzker.

E ainda por um patrimônio que sabe combinar a antiguidade de igrejas e monumentos, como a Sé ou a Igreja de S. Francisco, com a contemporaneidade de edifícios marcantes como a Casa da Música, o Museu de Serralves e outros.

O rio Douro atravessa a região. Entra em Portugal entre as ravinas e montanhas do interior  para percorrer toda a paisagem do Patrimônio Mundial onde se cultivam os vinhos do Porto e do Douro.

Nesta região de montanhas e parques naturais, o patrimônio espalha-se por castelos, como o de Guimarães, ou por santuários e igrejas que no verão são palco de romarias. Ao lado de ermidas rurais encontramos o barroco do Norte de Portugal feito de granito e talha dourada.

Viana do Castelo, Braga, Lamego, Chaves ou Vila Real, ou em solares e casas senhoriais, encontramos o português mais autêntico, aquele que gosta genuinamente de receber, de partilhar a sua mesa  e as tradições.

No Porto e Norte de Portugal vive-se de forma natural a alegria e a gratidão por tudo o que temos e somos.

Região de Lisboa

Lisboa é a capital de Portugal e polo duma região multi-facetada que apela a diferentes gostos e sentidos.

 

Numa cidade que foi recebendo muitas e diferentes culturas vindas de longínquas paragens ao longo do tempo, ainda hoje se sente um respirar de aldeia em cada bairro histórico. Podemos percorrer a quadrícula de ruas da Baixa pombalina que se abre ao Tejo na Praça do Comércio e, seguindo o rio, conhecer alguns dos lugares mais bonitos da cidade: a zona monumental de Belém com monumentos do Património Mundial, bairros medievais, e também zonas de lazer mais recentes ou contemporâneas, como o Parque das Nações ou as Docas.

Continuando junto à foz do rio vamos perceber porque se diz que Lisboa é o centro dum vasto resort. Pela estrada marginal vamos conhecer praias e estâncias balneares que combinam villas e hotéis do início do séc. XX com marinas, esplanadas e modernos equipamentos desportivos, com particular destaque para o golfe e a náutica de recreio. Seguindo a costa vamos encontrar spots de surf de renome mundial, mas também os palácios espalhados pela paisagem cultural de Sintra, Património Mundial.

Tanto a norte como o a sul da capital, a grande variedade de paisagens e património fica sempre a curta distância. Com praias, parques naturais, percursos culturais e alojamento para todos os gostos, é difícil escapar à região de Lisboa numa visita a Portugal.

O fado é mais uma expressão portuguesa também elevada a Património Mundial. Por isso, jantar numa casa de fados será outra experiência a não perder. E depois ainda nos juntamos em animados bares e discotecas, onde festejamos com um copo a chegada de quem nos visita.

Alentejo

As planícies a perder de vista começam a desenrolar-se junto ao Tejo. Se ao norte o ritmo é marcado pelo verde da campina, mais para sul a paisagem combina com sol, calor e um ritmo compassado.

 

A norte pastam cavalos na lezíria; no vasto interior, a planura imensa, searas louras ondulando ao vento; no litoral praias selvagens, duma beleza agreste e inexplorada.

A amplitude da paisagem é entrecortada por sobreiros ou oliveiras que resistem ao tempo. Santarém é um miradouro natural sobre a imensidão do Tejo.

Aqui e ali ergue-se um recinto muralhado, como Marvão ou Monsaraz, ou a antiguidade duma anta a lembrar a magia do lugar. Nos montes, casas térreas e brancas coroam pequenas elevações, os castelos evocam lutas e conquistas, e os pátios e jardins atestam influências árabes, que moldaram povo e natureza.

No Alentejo, a força da terra marca o tempo e cidades como Elvas, classificada Património Mundial pela Unesco, mostram a tenacidade das gentes.

Talvez por isso a cultura e a espiritualidade ganhem aqui um caráter particular. Basta conhecer Évora para perceber por que razão foi há muito classificada Património Mundial. Admiramos o templo romano e algumas das suas igrejas, como a de S. Francisco com a célebre Capela dos Ossos. Ou a catedral que marca a memória e identidade como todas as outras do Alentejo, em Santarém, Portalegre, Elvas e Beja. Memórias do passado são também o que perdura nas antigas judiarias, especialmente em Castelo de Vide.

Centro de Portugal

No interior, maciços montanhosos e aldeias tradicionais. Junto ao mar, povoações piscatórias e praias cosmopolitas com os desportos náuticos a marcar o ritmo dos dias. E por todo o lado o património, milenar, exibe orgulhosamente a história da região. 

 

Alguns destes lugares têm tanta importância para a Humanidade que foram incluídos pela UNESCO na lista de património mundial. É o caso dos Mosteiros de Alcobaça e da Batalha, do Convento de Cristo em Tomar e da Universidade de Coimbra.

Mas há outros com características únicas que vale a pena descobrir. Por exemplo as Aldeias Históricas e os castelos que defenderam as fronteiras da nação. As Aldeias do Xisto e as vilas de casas brancas, como Óbidos, um tesouro entre muralhas. E as cidades, onde a modernidade se alia à tradição – Coimbra dos estudantes, Aveiro, entre a Ria e o Mar, e Viseu, Guarda e Castelo Branco, em que a arquitetura da pedra mantém traços de um passado imemorial.

Das montanhas destaca-se a Serra da Estrela, com paisagens a perder de vista e lagoas glaciares. Ou as Serras da Lousã, Açor e Caramulo, onde os trilhos pedestres e de bicicleta abrem caminho à descoberta da natureza. Mas aqui também se pode experimentar escalada, rappel, rafting ou canoagem, tal como no Geoparque Naturtejo, território preservado onde convivem várias espécies de aves e animais.

As águas cristalinas que brotam das nascentes termais equilibram corpo e alma. E as praias! Fluviais enquadradas por florestas, ou de mar aberto e batido no litoral atlântico, são certezas de frescura nos dias quentes de verão. E são também spots bem conhecidos dos surfistas de todo o mundo, que encontram ondas perfeitas em Peniche, e mesmo gigantescas na Nazaré.

Para confortar o estômago há sabores para todos os paladares. Queijos e enchidos, caldeiradas de peixe e leitão assado, ou o mel e os doces conventuais.

Já os vinhos das regiões demarcadas elevam o espírito com distinção. São o produto dos saberes destas gentes, genuínas e acolhedoras que recebem o visitante com o que têm de melhor.

Algarve

Foi daqui que os Portugueses partiram ao encontro de outros povos e culturas no século XV… e é no Algarve que recebemos grande parte dos que nos visitam sempre com boa disposição. Até no clima, ameno e com muito sol ao longo de todo o ano!

 

E também com praias de excelente qualidade. Areais a perder de vista, limitados por falésias douradas, ilhas quase desertas que marcam a fronteira entre a Ria Formosa e o mar, ou baías pequenas, aconchegadas pelas rochas. O oceano em todos os tons de azul, quase sempre calmo e cálido, convida a banhos prolongados e à prática de desportos náuticos.

 

Há ainda a serra. Onde as pessoas vivem em harmonia com a Natureza e mantêm tradições que gostam de partilhar. E as cidades. Silves conserva vestígios do passado árabe e Lagos da época dos Descobrimentos.

Mais cosmopolitas, Portimão e Albufeira vivem dia e noite cheias de animação. Faro é a porta de entrada da região e Tavira uma montra da arquitetura tradicional.

Para relaxar, muitos campos de golfe premiados internacionalmente. Ou vários tipos de tratamentos nos spas e centros de talassoterapia e nas Termas de Monchique. E hotéis, aldeamentos, resorts, dos mais simples aos mais sofisticados. Uma panóplia variada que tem em comum um gosto genuíno de bem receber.

À mesa destacam-se peixes frescos e mariscos, grelhados ou em cataplanas. E os doces de amêndoa e figo… ou o licor de amêndoa amarga e a aguardente de medronho. São como que um pouco do sol do Algarve que podemos trazer connosco.

Açores

Na imensidão azul do Atlântico, a Mãe natureza criou uma terra repleta de beleza natural e pronta a ser explorada: o Arquipélago dos Açores.

 

Oriente, na ilha de Santa Maria, as praias são quentes e de areia clara, e os vinhedos que cobrem as encostas em anfiteatro lembram escadarias para gigantes. São Miguel, a maior ilha, encanta com as suas Lagoas das Sete Cidades e do Fogo. A força que a terra emana sente-se nos gêiseres, nas águas termais quentes e nos lagos vulcânicos, bem como no saboroso “Cozido das Furnas” lentamente cozinhado no interior da terra.

No Grupo Central, as Ilhas Terceira, São Jorge, Pico, Faial e Graciosa dispõem-se harmoniosamente no mar azul por onde baleias e golfinhos espreitam fazendo as delícias dos visitantes. Terceira fala de história em Angra do Heroísmo, classificada Património Mundial, e também nas suas festas. Faial é o fresco azul das hortênsias, a marina colorida pelas pinturas dos iatistas vindos de todo o mundo e o vulcão dos Capelinhos que, já extinto, lembra uma paisagem lunar. Em frente, o Pico, a montanha que nasce do mar com os seus vinhedos plantados em negros campos de lava. Em São Jorge, o destaque vai para as Fajãs e para o seu queijo, especialidade única e de sabor inconfundível. Graciosa de nome e de aparência, esta ilha verde tem campos cobertos de vinhas que contrastam com os seus peculiares moinhos de vento.

Já no grupo Ocidental, na Ilha das Flores, deslumbra-nos a beleza das cascatas naturais e de lagoas escavadas por vulcões. Corvo, a ilha miniatura, tem no seu centro uma ampla e bela caldeira e atrai várias espécies de aves vindas não só do continente europeu mas também do americano.

Estes são os Açores. Nove ilhas, nove pequenos mundos, que têm tanto de comum como de diferente, mas onde a simpatia dos seus habitantes é partilhada por todos.

Madeira

No meio do Atlântico, as ilhas da Madeira e do Porto Santo são um refúgio de beleza natural. Entre o azul do mar e o verde-esmeralda da vegetação sobressai o colorido exótico das flores, num arquipélago em que dois terços são área protegida e onde se encontra a maior floresta laurissilva do mundo. 

 

A melhor forma de visitar o centro histórico da cidade do Funchal é fazê-lo pé. O passeio tem início na Sé, de estrutura gótica erguida no século XVI. Ao entrar, devemos olhar para cima para admirar o precioso teto de alfarge, em madeira de cedro trabalhada ao gosto mudéjar. A visitar também a Igreja do Colégio, com a fachada sóbria a esconder um exuberante interior rico em talha dourada, retábulos e painéis de azulejaria do século XVII.

Do lado oposto do Largo do Município, no antigo Paço Episcopal, está o Museu de Arte Sacra, de cuja coleção se destaca o núcleo de arte flamenga dos séculos XV-XVI, testemunho dos contactos comerciais com a Flandres, para onde era vendida a cana-de-açúcar cultivada na ilha. Para provar esse e outros sabores locais, no Mercado dos Lavradores, teremos muito com que ocupar os sentidos: das frutas exóticas às delícias tradicionais como o bolo de mel, sem esquecer as lojas de artesanato, as vendedoras de flores trajadas a rigor e as animadas bancas de peixe.